Vivy: Fluorite Eye’s Song #10 | Cantando do coração

Vivy: Fluorite Eye’s Song #10 | Cantando do coração

QUE EPISÓDIO INCRÍVEL!!!
Eu realmente não esperava por isso, pensei que seria mais morno, como todo começo de arco, mas foi o meu episódio preferido do anime!

O episódio já começa com a Vivy em um museu por não conseguir cantar mais, já que a Diva desapareceu e ela não entendeu o que era cantar de todo o coração. Ver o tempo passando com o Dr. Matsumoto crescendo e vivendo sua vida, enquanto a Vivy foi esquecida em um museu foi algo triste de se ver. Então, ela aposta com o Dr. Matsumoto, e decide compor sua própria música, e esse tempo todo, ESSA ERA A ENDING!

Eu adorei essa ideia, e a cena dela tocando a música e relembrando a jornada me fez chorar… Levando em conta que isso é uma obra de viagem no tempo, não acho que seja coincidência ela estar desde o primeiro episódio como ending. Pensei que esse episódio iria acabar por aí, com um final que carrega uma certa melancolia, mas que ainda é, de certa forma, positivo, já que a Vivy conseguiu o que queria e depois iria acordar em um mundo sem guerra, mas…

MALDITO PÓS-CRÉDITOS

Até parece que teria final feliz com Eiji Umehara e Tappei Nagatsuki HAHAHA!

Esses pós-créditos realmente mexeram comigo, não só porque o projeto singularidade falhou, o que eu imaginava poderia acontecer, mas sim porque as IAs ESTAVAM CANTAROLANDO A ENDING, A MÚSICA QUE A VIVY MESMA COMPÔS, COM O OBJETIVO DE RELEMBRAR TODA A JORNADA DO PROJETO. Isso abre tantas possibilidades!

A Vivy, o Matsumoto IA, o Dr.(Ele tem a voz do Dio, então as chances são maiores), ou talvez até a filha dele podem ser os responsáveis. E relembrando tudo que aconteceu, acredito ainda mais que alguma dessas pessoas estão envolvidas; todas as envolvidas com o projeto singularidade eram irmãs da Diva; tem a “revelação dos céus” mencionada pelo Kakitani no início do anime; temos vários aparelhos eletrônicos atacando humanos (O Matsumoto mostra ter controle disso desde o episódio dois) e etc.

Além disso, com a guerra acontecendo depois de tudo isso, acredito que a viagem no tempo de Vivy possa funcionar de forma similar a Steins;Gate, onde existem alguns pontos das linhas do tempo que convergem, e independente do que fizer, não podem ser mudados completamente; A lei da nomenclatura das IAs foi impedida, mas uma que as favorecia ainda mais foi posta em vigor; a queda do hotel espacial aconteceu, e apesar dos danos terem sido bem reduzidos, as IAs ainda avançaram bastante, fazendo o metalfloat ser construído quinze anos antes; e o suicídio da Ophelia não pôde ser impedido e foi transformado em um suicídio duplo. Esse pós-créditos foi o cliffhanger perfeito, em um minuto me fez pensar em inúmeras teorias para plot twist, e me fez voltar para ver vários trechos de outros episódios pelo desespero de querer saber logo o que aconteceu, mas infelizmente só poderei descobrir no sábado.

Artic

Fã de Science Adventure, Madoka Magica, Monogatari e Nier que fala/escreve sobre o que gosta na internet e quer ser desenvolvedor de jogos.