Vivy: Fluorite Eye’s Song #9 | Harmonia do coração

Vivy: Fluorite Eye’s Song #9 | Harmonia do coração

Tivemos nessa semana o fim de mais um arco de Vivy, e como de costume, uma ótima conclusão! Meu episódio preferido, até o momento, continua sendo o 6, porém, ainda gostei bastante desse. Nesse ep, tivemos a presença, e pudemos ver um pouco das motivações dos dois antagonistas, o Antonio e o Kakitani, vale dizer que gostei do fato deles estarem trabalhando em conjunto, isso acabou trazendo uma dinâmica interessante para a luta, e estou bem curioso para saber de onde que isso veio, porque provavelmente tem algo haver com a questão do Kakitani ter recebido uma “revelação dos céus” sobre o projeto singularidade.

Quanto ao Kakitani, a forma que trataram ele foi um tanto decepcionante, as motivações e o passado dele são bem interessantes, mas também ficaram confusas, eu entendo a raiva que ele sentiu pela forma que trataram a morte do professor dele, mas não consigo entender porque isso o levou a odiar as IAs e entrar em um grupo terrorista para destruí-las. Mas, de qualquer forma, acredito que ele ainda aparecerá novamente no próximo arco, então talvez ainda dê tempo de trabalhar melhor com isso. Além disso, também é interessante voltar para ver como ele agia nos outros arcos, já que ele sempre demonstrou incômodo quando alguma IA salvava ele.

Agora quanto ao Antonio, eu adorei o tratamento que ele recebeu, acredito que o drama dele e da Ophelia foi o mais interessante e o melhor conduzido até agora. Digo isso pois conseguiram fazer de uma forma sutil, que não tomasse o foco do episódio(como foi com a Elizabeth), e ainda assim se manter como uma história comovente e complexa. Eu gosto bastante de como retrataram o egoísmo dele, o quão longe ele foi por essa missão de querer apoiar a Ophelia ao máximo, e a cena da Ophelia revelando que ele sempre foi a pessoa que ela mais queria fazer feliz foi linda, um fim trágico e perfeito para a história de ambos.

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Outra tema recorrente nesse arco foi a questão da parceria, a da Ophelia e Antonio, como já mencionei, gostei bastante, porém, o principal foi a da Diva e o Matsumoto, a relação dos 2 sempre demonstrou evoluir com o tempo, e agora nesse episódio foi onde deu pra perceber uma maior progressão. Podemos ver que agora, o Matsumoto realmente se importa com ela, tanto que até queria afastá-la do projeto singularidade, e isso contrasta bastante com a forma que ele agia nos primeiros episódios, ele demonstrava não se importar com a Diva e só iria fazer de tudo para que conseguisse realizar sua missão, estou bem curioso para ver como a relação deles vai continuar evoluindo nos próximos episódios.

Também, vale dizer que essa questão da parceria deixou a luta do episódio bem dinâmica, e juntando isso com a produção absurda do Wit, tivemos um combate fluído, dinâmico, extremamente bem coreografado e com uma animação insana de boa, até mesmo superando o trabalho incrível que fizeram no episódio 4 e 6.

Depois disso, temos a linda finalização do episódio, com a Diva cantando de todo o coração enquanto desaparece e cede o lugar para a Vivy, achei bem interessante como a Diva fez facilmente algo que a Vivy não consegue entender desde o início do anime, e ainda tentou usar isso como resposta para ela, porém, ainda assim ela não entendeu. Assim, isso me deixa ainda mais curioso para o próximo arco, também quero muito ver o trabalho conjunto do Tappei e do Umehara na reta final, pra mim, a melhor parte de Chaos;Child, de longe é o desfecho, e espero que o Umehara consiga fazer algo naquele nível novamente.

Artic

Fã de Science Adventure, Madoka Magica, Monogatari e Nier que fala/escreve sobre o que gosta na internet e quer ser desenvolvedor de jogos.